BARREIRA

 


Com a conexão colonial entre avenida Itatiba e rua Abolição cortada desde o século XIX pelos trilhos, a região tem esse nome pelo serviço de impostos cobrados por Portugal sobre as tropas de produtos ou pedras preciosas, como registrado em Jundiahy para a restauração de Lisboa depois do terremoto de 1755.

 

Sua referência, além da própria estrada (atual avenida), está nas praças Barão do Rio Branco e José Pedro Raymundo. Envolve a Vila Rio Branco, mais antiga, e as áreas de várzeas e olarias conquistadas depois de “retificação” do rio Jundiaí na década de 1950 com a Vila Liberdade e a Vila Margarida.

 

Tem entre suas atrações a gastronomia da Casa de Massas Marzullo (rua Santa Teresinha, 50), do Boteco do Joca (avenida Itatiba, 345) e do Bar do Bigode (avenida Alvares de Azevedo, 56), além da Nova Panneteria (avenida Itatiba, 231).

 

Um espaço popular histórico da área é o Recanto da Viola, ou Bar do Casarine (rua Paulista, 91) que acumula lembranças do auge da cultura caipira. Também nessa área está a lanchonete Estrela da Liberdade (avenida Antonio Frederico Ozanam, 4973) que manteve a tradição anual da “malhação do judas” da região.

 

Na área estão ainda dois campos de futebol nas margens do rio Jundiaí, evocando a raiz do termo “futebol de várzea”, com o Centro Esportivo José Pedro Raymundo (rua Tiradentes, 50) e o Centro Esportivo Ovídio Bueno (avenida Alvares de Azevedo, 611), que fica ao lado da área da antiga fábrica da Fleischmann & Royal que foi ocupada em parte por um supermercado de atacado.

 

Nas tradições, conta ainda com a sede da Escola de Samba União da Vila , (avenida Itatiba, sob o viaduto Euclides Figueiredo) enquanto nas inovações teve uma novidade recente no Viaduto Joaquim Candelário de Freitas (entre a avenida Itatiba e a rua dos Bandeirantes) com bancos e instalações na área destinada aos pedestres.

 

O local abriga também uma tradicional Feira Livre (na avenida Itatiba) nas manhãs de sexta-feira.

 

Faz a ligação com o Largo do Chafariz e Companhia Paulista pela passagem entre as ruas Itatiba e Abolição ou pelo viaduto e com a região da Ponte de Campinas pela avenida Antonio Frederico Ozanam, na margem do rio. Depois do segundo viaduto começa a antiga Estrada de Itatiba (atual rodovia Constâncio Cintra).

 
 
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