ESPLANADA MONTE CASTELOo

 

A expansão da rua Direita (atual Barão de Jundiaí) no século XIX deu origem a uma região de casarões ainda preservados e com diversas marcas históricas que valem a pena serem conhecidas. Sua referência é o chamado “Escadão”, no extremo sul da parte alta do centro entre rios.

 

Uma atração é a Esplanada Monte Castelo (rua Barão de Jundiaí, 50), mirante da cidade surgida em homenagem aos soldados jundiaienses que lutaram na Segunda Guerra Mundial em torno do antigo escadão de 120 degraus originário do início do século XX.

 

Em frente, está a Pinacoteca Municipal (rua Barão, 109), instalada no prédio do pioneiro Grupo Escolar Coronel Siqueira de Moraes, de 1897. Entre suas atrações estão os desenhos quase etnográficos de Diógenes Duarte Paes sobre o cotidiano popular de Jundiaí no século passado.

 

Pouco depois está o Teatro Polytheama (rua Barão, 176), construído como pavilhão circense em 1911 e reformado em estilo de teatro italiano em 1927, um dos mais antigos do gênero em funcionamento no país.

 

Embora fechado pela Fundação Energia e Saneamento, o prédio do Museu da Energia é na verdade a sede da pioneira Empresa de Luz e Força de Jundiaí (rua Barão, 202) que em 1904 assumiu a tarefa de substituir as antigas lamparinas de querosene ou óleo de baleia depois da construção de uma usina no rio Jundiaí em Mont Serrat (no antigo distrito de Itupeva).

 

Em sua frente, uma ladeira permite um Mirante Natural (rua Barão, esquina com rua Conde de Monsanto) com vista para o vale da Estrada de Pirapora, um trecho do morro da Bela Vista e também trechos da Serra do Japi.

 

De outro lado, na parte de baixo do Escadão, um espaço voltado para a black music é o Espaço Vigário (rua Vigário J.J. Rodrigues, 673).

 

Faz ligações com as regiões da Ponte Torta pelo prolongamento da rua Barão de Jundiaí, da Argos pelos acessos da Esplanada Monte Castelo e com o Largo do Pelourinho pela rua Barão de Jundiaí.


 
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