Projeto Jundiahy: dez anos

Por José Arnaldo de Oliveira, jornalista e sociólogo (arnaldo@jundiahy.com.br)

 

Dentro de poucos se completam dez anos de atividades com foco afetivo no centro histórico interfluvial reunidas no chamo de Projeto Jundiahy. Alguns tópicos disso:

 

2008

Retorno a Jundiaí para apoio de família e participa de campanha contra o fechamento do Córrego do Mato, ao lado de muitas pessoas e entidades.

2009

Criação do sítio-blog www.jundiahy.com.br, com mais de 15 mil visitas.

2009

Com foco na mobilidade contemplativa, participação na Bicicletada Jundiaí.

2009

Passa a atuar como repórter além de coluna iniciada em 2005 no Bom Dia.

2009 

Centenas de pessoas adotam Jundiahy na localização em redes sociais.

2010

Alerta de risco salva fachada de taipa dos 1800 na rua do Rosário pela sensibilidade dos proprietários.

2010

Apoio a ações como o evento anual Arte em Ação, o disco independente Rhamdia quellen e outros.

2010

Uso nos endereços para agenda cultural de referências como “Largo do Chafariz” ou “Largo do Pelourinho”.

2011

Apoio o fortalecimento de outras iniciativas, como o intenso acervo compartilhado de fotos do Sebo Jundiaí.

2011

Colabora na divulgação do documentário sobre a lendária Pauliceia, , produzido pela Pangea Filmes.

2012

Artigos sugerindo categoria própria para todo o Centro Entre Rios no Plano Diretor – seria chamada zona de interesse histórico e cultural.

2012

Divulga levantamentos de avifauna ao redor dos parques municipais do trabalho de Renan Bonança, também representante local no Wikiaves, depois feito também no rio Guapeva.  

2012

Apoio ao concurso Cidadonos, do Movimento Voto Consciente, que inclui o fortalecimento do turismo cultural e histórico. No ano seguinte, a revitalização também ficou entre as propostas mais relevantes.

2013

Realiza com parceiros o “Tributo aos 20 Anos do Festival Pão e Poesia”, com debate sobre a área central inspirando ideias como o Sexta no Centro.

2013

Participação na da mobilização coletiva “A Volta do Cine Marabá”, como organização e lanterninha em exibição de Carlitos Jundiaiense e abertura noturna da bomboniére.

2013

Divulgação de documento sobre o extermínio de um quilombo em Itupeva na década de 1760, pago a capitão do mato pela Câmara.

2013

Recebe homenagem como figurante da “graphic novel” Casa Poiesis, de Cláudio Albuquerque e do artista visual Ede Galileu.

2013

Trabalhos no saber tradicional com fitoterapia, plantas aromáticas e medicinais, agricultura orgânica e programas com idosos. 

2014

Preparação de material para os 80 anos da primeira Festa da Uva, destacando que ocorreu no antigo Mercado (Centro das Artes).

2014

Divulgação amadora de livreto memorialístico “Fome Se Mata Com Frutas”, da musa e mãe Helena Travalim de Oliveira.   

2014

Segue divulgando iniciativas das novas gerações no mesmo ssentido, como as ações voluntárias Praça Viva e Praça Cultural.

2014

Participação como um dos doadores de baixo custo da campanha de crowfunding Hackbike, que instala paraciclos em diversos pontos do centro. 

2014

Apoio para projetos das Rotas Turísticas de Jundiaí, em um ciclo que leva em 2017 à oficialização como Município de Interesse Turístico.

2015

Imersão no projeto de Conservação e Zeladoria da Ponte Torta, com Estúdio Sarasá e Prefeitura de Jundiaí. O trabalho é premiado na Itália.

2015

Imersão no projeto Urbanismo Caminhável, com Instituto Mobilidade Verde e Prefeitura de Jundiaí, incluindo oficinas de mobiliário e rotas.

2015

Realização de oficinas nos projetos sobre Rua Torta como caminho pedestre e sobre Jundiahy Centro Interfluvial como percepção do meio.

2015

Palestra a educadores na Semana Municipal do Meio Ambiente sobre consumo descartável e natureza descartável, na Argos.

2015

Artigos na mídia propondo o reconhecimento de Serra do Japi, Jundiahy e Terra da Uva como “city brands” da cidade.

2015

Participação de depoimento no documento de inauguração em DVD do Sesc Jundiaí.  

2016

Elaboração de painéis informativos em curto prazo para a Base Ecológica de Pesquisas da REBIO Serra do Japi.

2016

Realização voluntária por dois anos do festival cultural independente “Ocupa Ponte Torta”, com Pedala Jundiaí, iniciado no Ano Novo de 2015.    

2016

Apoio no projeto de resgate e restauro do Escadão, levantando dados com pesquisa de Jussania Lamarca. 

2016

Participação a trabalho de quase três anos no Plano Diretor Participativo, incluindo sugestões e até mesmo um “rap” sobre crescer sem destruir.  

2016

Atua como co-dramaturgo em “Ditirambos”, montagem do Grupo Performático Éos que usa espaço alternativo na região central.

2016

Indica uma moradora veterana do centro, Ignezinha do Pandeiro, pela cidade para o “Achamos no Brasil” (TV Record) como antes havia ajudado pela ambulância ao Hospital São Vicente (SBT) e talentos locais no “A Cidade é o Show” (TV Cultura).  

2017

Participação em evento de diálogo com Roberto Franco Bueno na Livraria Locomotiva.

2017

Disponibilização de estudos ao Departamento do Patrimônio Histórico para a Rota Turística do Centro Histórico, com 100 pontos de interesse possível.

2017

Realiza oficina sobre o olhar urbano-histórico de Jundiahy com uma caminhada para a FATEC Jundiaí, do Centro Paula Souza.

2017

Colaboração com projeto coletivo “Venâncio – Pelos Ares da Ilusão” ao lado de músicos contemporâneos de geração.

2018

Apoio na capacitação de monitores na exposição multimídia Rios Des.Cobertos, no Sesc Jundiaí, além de poema e dados para o Rios e Ruas.

2018

Apoio com diálogo em alguns artigos de mídia do arquiteto Eduardo Carlos Pereira.

2018

Divulga levantamento da existência de 50 praças na região do centro histórico interfluvial de Jundiahy.

2018

Apoio na campanha “A Estaçãozinha Pede Socorro”, pela estação de 1898 atingida por incêndio. Com Associação da Memória da Companhia Paulista.

2018

Expectativa de consolidação da Rota do Centro Histórico, com painéis de conteúdo gerado. Mas mantendo foco de luta em nomes de ruas e largos.

 

CONTATOS: arnaldo@jundiahy.com.br

 

NOTA

A caminho dessa década de trabalho apartidário, as áreas de referência foram sempre vistas como “pontos energéticos” comparáveis à acupuntura. Uma lista de pessoas desses diversos momentos será acrescentada aos poucos, em ordem alfabética.

As áreas escolhidas neste projeto, que formam uma escolha relativa, são Largo da Matriz, Largo do Pelourinho, Largo São José, Largo Santa Cruz, Largo da Cadeia, Largo São Bento, Largo das Rosas, Largo do Chafariz, Barreira, Largo dos Andradas, Largo São Jorge, Ponte de Campinas, Esplanada Monte Castelo, Ponte Torta, Companhia Paulista, Largo do Cemitério, Argos, Bela Vista. E mais Estrada de Pirapora e Estrada de São João de Atibaia (que formam as estradas coloniais ao lado de Estrada Velha de São Paulo, Estrada de Minas e Estrada de Itu).

A utopia deste caótico caminho chamado Projeto Jundiahy é que o passado, a memória e o patrimônio alimentem a inovação, a criatividade e a preservação – e estas realimentem os primeiros.

 




















AGRADECIMENTOS PARCIAIS (em andamento)

 

Antonio Carlos “Doca” Pereira Neto, pelo estímulo

Daniel Motta, pela parceria

Daniela da Camara, pelo debate urbanístico

Gustavo Koch, pela continuidade

Helena Travalim de Oliveira, pelo amor materno

Lelê Mattos, pelo incentivo

Renan Bonança, pela identificação de aves

Renato Trippe, pela assimilação

Roberto Fernandes, pelo engajamento

Roberto Franco Bueno, pela vitalidade

Sinesio Scarabello Filho, pela reflexão

Wagner Sandrin, pelo apoio pioneiro

 

Virgilio

Franco Bueno

Paulo Roberto

André Muerto

Francisco hernandez

Livia Brandão

Sueli Batista

Carolina

Evelyn Gregori

Maurício Ferreira

Arte em Ação

Rhamdia quelen

aTati Silvestroni

Ana Fagundes

Joao Borin

Edu Pereira

Julia Heimann

Heloisa Gregori

Beto Bocchino

Tainan Franco

Beatriz NOwick

Aalexandre Oliveira

Euasebio Santos

Rob Franco Bueno

Samuel Vidilli

Jussania Lamarca

 

 
 
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